sexta-feira, 24 de junho de 2011

O pop tem sua musa: Adele

Sim, eu realmente me surpreendi com Adele


Rolling in the deep (Amando Profundamente)


Sem reabilitação, nem sadomasoquismo...

Se eu acreditasse que o pop traz alguma novidade, sinceramente estaria mentindo para mim mesma e para quem lê este blog. A meu ver, o mundo musical pop não tem como "filosofia de vida" mostrar mais do que já estamos habituados a esperar ou a ver. Não há condições reais disso acontecer ou o próprio sistema expulsaria o "corpo estranho". Por isso o pop é um universo tão confortável e seguro para a maioria dos mortais.

Então eu já estava me acostumando à ideia de ver a Amy Winehouse como a  atual "personificação" da miscelânea de todas as divas negras da soul music e até a Joss Stone parecia fazer algum sentido cantando como a Janis Joplin. Quanto a Lady Gaga, ela sempre me pareceu uma mistura de Madonna e Marilyn Manson, duas coisas que já vimos separadas e que agora surgiram juntas. 

Pois alguém me disse que havia uma cantora chamada Adele e eu passei a ouvi-la recentemente. Assim como Winehouse, Stone e Gaga, ela também é uma cantora jovem e pop. Mas tem uma coisa interessante na música que canta, que vale a pena ouvir. Seu último trabalho, o cd Adele 21 também não traz nada de inovador ao cenário musical pop, muito embora seja um trabalho caloroso e encantador. Não espere histórias sobre reabilitação ou sessões de sadomasoquismo, com Adele parece que a coisa é mais light... Preste atenção em "Rumor has it" e o carro-chefe "Rolling in the deep". 


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