domingo, 9 de outubro de 2011

Questão de hábito: lidando com o dinheiro

Não sinta culpa: dinheiro atrai felicidade

 

Por Fernando Noda

http://www.blogsgradual.com.br/espacodela/2011/01/14/questao-de-habito/

 

Já é do ser humano a tendência de agir por impulso. Apesar de existir o tabu de que apenas as mulheres têm dificuldades em resistir a determinadas compras, a verdade é que os homens também possuem seu ponto fraco. No meu caso, preciso me precaver contra as novidades em eletrônicos. Faço isso, controlando de perto minhas finanças.

Desde o meu primeiro emprego, adotei o hábito de poupar e reservar uma determinada parcela da poupança para investir em fundos de renda fixa e uma parcela menor (cerca de 20%) para aplicar em fundos de ações. Algumas vezes fiz negócios na bolsa via Home Broker, mas prefiro investimentos mais conservadores.

O que me auxiliou a atingir tal disciplina foi uma planilha de orçamento pessoal. Por meio dela foi possível controlar meus gastos mensalmente e definir qual quantia de dinheiro eu poderia destinar para meu próprio consumo.

Hoje já não utilizo mais a planilha. Adotei o cartão de crédito como auxiliar no meu controle: recorro sempre ao seu extrato para qualquer consulta que precise fazer sobre meus gastos. Mas concordo que é preciso ter muito cuidado com o uso do cartão. Os juros são absurdamente altos e, se não houver um acompanhamento firme, o orçamento pode facilmente ser comprometido. Eu sempre fiz este controle e, por isso, nunca precisei pagar os juros. Essa estratégia para mim é muito eficiente.

Apesar de comprar no crédito, sempre tive preferência pelo pagamento à vista. A questão é que a maioria das lojas tem oferecido o parcelamento em até 3 vezes sem juros e não tem dado desconto nos pagamentos à vista. Logo, é mais vantajoso parcelar realmente.

Atenção para isso: eu parcelo, mas sempre conto a despesa total da compra naquele mesmo mês. Por exemplo: se a compra foi de R$ 300 reais, e só é preciso pagar R$ 100 naquele mês, ao invés de eu comprometer os R$ 200 restantes com outras compras, eu os aplico em algum produto de baixo risco. Dessa forma o dinheiro fica reservado para o pagamento das próximas faturas e ainda tem uma margem de tempo para rentabilizar. O dinheiro fica rendendo no investimento.

Na maioria das vezes eu não preciso recorrer ao dinheiro investido para pagar as parcelas, afinal, eu posso usar o dinheiro dos próximos salários para quitá-las. Mas este é um hábito extremamente saudável para minhas finanças.

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